
O dia era apenas um véu que escondia a luz forte da paisagem. Nem desejava outra coisa, sentindo nos olhos o ardor de tentar ver demais. Para lá dos limites do possível. Deixou-se diluir na névoa de não saber de si própria, de ignorar o que sentia. O vento do tempo passaria, limpando o horizonte. Levaria consigo aquela fina poeira de líquidos sentimentos. Que partissem, não os entendia! Queria ver claro, mas só quando a luz não lhe ferisse os sentidos. Algo dentro de si não estava preparado para a luz forte que a verdade projecta.
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A todos os que comentam o que lêem e não fomentam guerras nos espaços dos outros, peço desculpa pela moderação nos comentários. Assim que o problema que a motivou se resolver, tudo volta ao normal.





